Pediu que eu sentasse. E olhando em meus olhos me mostrou o resultado da tomografia de campo aberto. E disse a seguinte frase: " A Daiane está com a bala alojada na cabeça, e isso não é bom".
Neste momento eu sorri e informei que não, o projétil esteve em minhas mãos.
A porta da sala estava entre aberta, e 3 policiais olhavam fixamente para dentro, tentando conseguir alguma informação. Quando a doutora perguntou onde estava o projétil, disse que foi levada pela PM, imediatamente ela levantou e fechou a porta. Pediu que reportasse a informação à Polícia Civil... Eu não estava nem aí pra aquilo tudo...
Ela então naquele momento ligou para o cirurgião que já estava à caminho com a sua equipe, e passou-lhe a minha informação. A conversa mudara, agora a mancha clara que estava sobre o lobo occipital cerebral, deixou de ser uma bala alojada e virou fragmento do crânio.
Acesse nossa página no Facebook ⇩



Nenhum comentário:
Postar um comentário